Cerca de 31,89 milhões de consumidores estavam negativados na região em setembro de 2026, o equivalente a 44,36% da população adulta local. Segundo estimativa do SPC Brasil, esse era o maior contingente absoluto entre as cinco regiões brasileiras. Na comparação com o mesmo mês de 2025, houve crescimento de 5,60%, abaixo da média nacional de 6,97%.
Entre agosto e setembro, o número de pessoas com restrições de crédito aumentou 2,21%. Já a quantidade de dívidas de consumidores em atraso cresceu 3,35% no mês, acima da variação brasileira de 3,07%. No acumulado de 12 meses, a alta foi de 12,62%, ante 13,62% no país.
Empresas também acumulam atrasos
Entre os negócios do Sudeste, o número de empresas inadimplentes aumentou 11,53% em relação a setembro de 2025. Embora inferior à média nacional de 13,24%, o resultado aponta ampliação das restrições de crédito também entre as pessoas jurídicas. Na passagem de agosto para setembro, o avanço foi de 0,66%.
A quantidade de dívidas empresariais em atraso cresceu 13,36% em 12 meses, enquanto a média brasileira ficou em 15,35%. Na comparação mensal, a alta regional foi de 0,67%. Os indicadores do SPC Brasil mostram crescimento tanto do número de empresas negativadas quanto de suas pendências financeiras, ainda que as variações anuais tenham permanecido abaixo das registradas no país.
























