O Monitor de Preços da Construção foi atualizado com os dados de julho de 2026 e indica desaceleração em parte dos principais índices acompanhados. O SINAPI apresentou variação de 0,18%, após alta de 2,34% em junho, enquanto o INCC-M passou de 0,85% para 0,62%. Movimento semelhante ocorreu com o CUB-SP, cuja variação mensal recuou de 2,24% para 0,45%. Apesar da menor pressão no mês, o indicador paulista acumula alta de 5,06% no ano e de 6,23% em 12 meses.
Os dados mostram, portanto, uma acomodação dos custos gerais em julho, especialmente após as altas mais intensas observadas em junho, mas sem indicar recuo generalizado dos preços. Os materiais continuam exercendo pressão: no SINAPI, avançaram 0,40%, mesmo percentual registrado no componente de materiais do INCC-M. O IRPA-MC, da Azure/Sincomavi, também manteve trajetória de aceleração, com variação de 1,0474% em julho, ante 1,0007% em junho e 0,9619% em maio. O conjunto dos indicadores sugere moderação dos custos globais no curto prazo, ao mesmo tempo em que permanece a tendência de elevação dos preços de materiais de construção.
























