O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), contou com alta de 0,63% em janeiro. O indicador havia registrado uma variação em dezembro de 0,21%. Com esse resultado, os custos do setor de construção acumularam uma taxa em 12 meses de 6,01%. Apesar do nível ser superior a maioria dos índices inflacionários brasileiros, esse valor demonstra que está ocorrendo uma desaceleração nos preços do segmento, uma vez que, em janeiro de 2025, o INCC-M acumulava alta de 6,85% em 12 meses.
No caso do grupo “Materiais, Equipamentos e Serviços”, o avanço foi de 0,34% em janeiro, com o subgrupo “Materiais e Equipamentos” contando com elevação de 0,11% no período. Segundo a FGV, esse desempenho aponta para uma tendência de aceleração nos preços de insumos.
Por fim, o grupo “Mão de Obra” teve uma alta de 1,03% em janeiro, resultado bastante superior ao verificado no mês anterior (0,32%).
Em relação aos itens que contaram com as variações mais significativas no período, destaques para condutores elétricos (+5,16), tubos e conexões de PVC (-0,11%), esquadrias de ferro (-0,12%), aduela e alizar de madeira (-0,37%) e concreto betuminoso usinado a quente (-0,18%).
























