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A incorporação de soluções digitais, como o comércio eletrônico e a inteligência artificial, tem sido apontada como caminho para impulsionar negócios e aumentar a competitividade. No entanto, dados recentes mostram que a adoção dessas ferramentas, sem planejamento e orientação adequados, compromete o desempenho e leva ao fracasso precoce de iniciativas empresariais.

No caso do e-commerce, levantamento da plataforma Loja Integrada revela que 61% dos lojistas iniciam sem saber o que vender, e 33% esperam retorno imediato. Em abril de 2025, das 7.800 lojas criadas, apenas 123 registraram uma venda. A taxa global de encerramento de tais empreendimentos em até 120 dias chega a 90%, segundo estudos internacionais.

Situação semelhante é observada na adoção da inteligência artificial. Pesquisa da consultoria McKinsey indica que empresas com uso estruturado de IA crescem até 25% mais rápido, mas apenas 20% das organizações brasileiras afirmam ter uma estratégia clara para sua implementação. Muitas adquirem soluções genéricas e caras sem mapear previamente os processos internos ou organizar os próprios dados, o que compromete a eficiência dos algoritmos.

Em ambos os cenários, a ausência de conhecimento técnico, definição de objetivos e suporte especializado prejudica a aplicação prática da tecnologia. Sem estrutura e planejamento, o investimento digital tende a ser subutilizado, resultando em baixa performance e frustração.

O desafio não está na tecnologia em si, mas na forma como ela é incorporada ao modelo de negócio. Seja na criação de uma loja virtual ou na automação de processos com IA, a orientação adequada desde o início é determinante para transformar ferramentas digitais em resultados consistentes.


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