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O  IGet, que monitora o movimento do comércio varejista brasileiro, sofreu em abril um recuo de 0,4% no índice ampliado em comparação ao mês anterior. Essa foi a segunda queda consecutiva do indicador, após dois meses de crescimento positivo. Apesar disso, a comparação interanual mostra um crescimento de 6,1%.
 

Entre os segmentos que se destacaram negativamente, as categorias “automóveis, partes e peças”  e  “material de construção” contaram com os piores resultados, -1,6% e -7,3%, respectivamente.

O índice restrito contou com perfomance menos traumática: retração de 0,9% em relação ao mês anterior. Em comparação ao ano passado, houve uma elevação de 11,5%.

O IGet Serviços, por sua vez, apresentou estabilidade em abril, com leve queda de 0,1% em comparação a março. Ao contrário do comércio, tendo como referência o mesmo mês do ano passado, o indicador registrou um declínio de -7,2%.
 Para Gabriel Couto, economista do Santander, a política monetária restritiva deve continuar impactando a atividade econômica no curto prazo, mas o mercado de trabalho aquecido pode mitigar uma desaceleração mais forte. “A nova linha de crédito consignado para trabalhadores do setor privado pode contribuir para sustentar a demanda no futuro próximo”, avalia e alerta: a inflação pressionada e possíveis impactos da guerra comercial podem limitar o crescimento do setor.


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