O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), interrompeu o movimento de queda em março ao contar com uma elevação de 0,7 ponto, alcançando os 95,0 pontos. Apesar desse resultado positivo, o indicador caiu 1,7 ponto na média móvel trimestral.
Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do FGV IBRE, comenta que houve uma pequena elevação nos indicadores de expectativas e de avaliação do ambiente atual de negócios. “No entanto, o movimento de março não foi disseminado pelos segmentos setoriais e não recuperou a queda dos dois primeiros meses”, ressalta. E explica: “Ou seja, as empresas ficaram mais pessimistas neste início de ano, refletindo as dificuldades com a escassez de mão de obra qualificada, que vêm alcançando patamares recordes, e um crédito mais caro. Houve também uma desaceleração da atividade, que deve ser revertida, pois as indicações são de retomada das contratações de mão de obra, mantendo o mercado de trabalho pressionado”.
























