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O Sincomavi e a FecomercioSP intensificaram, em 17 de março, a atuação conjunta na Câmara Municipal de São Paulo com uma série de reuniões voltadas à melhoria do ambiente de negócios na capital. A iniciativa buscou defender medidas de redução de burocracia, modernização tributária e incentivo à sustentabilidade, além de evitar propostas que possam gerar aumento de custos e insegurança jurídica para o setor produtivo.

A agenda contou com a participação do presidente do Sincomavi e diretor da FecomercioSP, Reinaldo Pedro Correa, acompanhado de assessores da Federação: Alberto Borges, Alexsandra Ricci e Jociara Correa . Durante os encontros, foram apresentadas propostas consideradas prioritárias para o comércio, incluindo a modernização da Taxa de Fiscalização de Estabelecimentos (PL 14/2026), a implantação do licenciamento automático para abertura de empresas (PL 537/2023) e o incentivo fiscal para práticas ambientais por meio do IPTU Sustentável (PL 201/2025).

Também foi reforçado posicionamento contrário ao PL 818/2025, conhecido como “PL Recicla”, apontado como inviável operacionalmente e com potencial de gerar custos adicionais ao comércio. A atuação destacou a importância de avaliar os impactos práticos das propostas em tramitação e de evitar distorções regulatórias que prejudiquem especialmente pequenos e médios empresários.

Diálogo com vereadores reforça construção conjunta

As reuniões envolveram parlamentares como a vereadora Cris Monteiro e os vereadores Ricardo Teixeira e Adrilles Jorge, com foco na construção conjunta de soluções. Nos encontros, foi destacada a necessidade de ouvir o setor produtivo na formulação de políticas públicas e de manter diálogo contínuo entre Legislativo e entidades representativas.

A atuação conjunta entre Sincomavi e FecomercioSP levou ao debate demandas concretas do comércio, reforçando o papel das entidades na defesa de medidas que ampliem a competitividade, reduzam entraves operacionais e garantam maior previsibilidade para os negócios.

Ao final, foi reafirmado que o fortalecimento do ambiente de negócios depende de iniciativas que reconheçam o empresário como agente central na geração de emprego e renda, com políticas públicas baseadas em equilíbrio regulatório e segurança jurídica.


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