O indicador calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) chegou a 90,5 pontos, resultado 2,0 pontos abaixo do registrado no mesmo mês de 2025. A média móvel trimestral também recuou, de 92,0 para 91,6 pontos. A piora atingiu tanto a avaliação da situação atual quanto as expectativas das empresas.
O Índice de Situação Atual caiu 1,0 ponto, para 90,7 pontos. Já o Índice de Expectativas recuou 1,6 ponto, para 90,5 pontos. A carteira de contratos atingiu 92,2 pontos, o menor nível desde dezembro de 2025.
Entre os componentes das expectativas, a demanda prevista teve a queda mais acentuada: 3,8 pontos, para 90,1 pontos. É o menor patamar desde maio de 2021. A tendência dos negócios, por sua vez, avançou 0,5 ponto, para 90,8 pontos.
Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do FGV IBRE, comenta que “o cenário captado na pesquisa de setembro é de cautela e pessimismo moderado”. Ela ressalta que o indicador de expectativas recuou em todos os segmentos pesquisados, enquanto obras de infraestrutura registraram a maior retração mensal.
O nível de utilização da capacidade instalada da construção caiu 0,7 ponto percentual, para 78,1%. Os indicadores de utilização de mão de obra e de máquinas e equipamentos também recuaram, para 79,8% e 72,8%, respectivamente.
























