{"id":9073,"date":"2022-10-27T10:55:00","date_gmt":"2022-10-27T13:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sincomavi.org.br\/?p=9073"},"modified":"2022-10-27T10:55:01","modified_gmt":"2022-10-27T13:55:01","slug":"pequena-variacao-nos-precos-e-queda-na-confianca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sincomavi.org.br\/?p=9073","title":{"rendered":"Pequena varia\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os e queda na confian\u00e7a"},"content":{"rendered":"<style>.wp-block-kadence-spacer.kt-block-spacer-_6805c5-28 .kt-block-spacer{height:60px;}.wp-block-kadence-spacer.kt-block-spacer-_6805c5-28 .kt-divider{border-top-width:1px;height:1px;border-top-color:#eee;width:80%;border-top-style:solid;}<\/style>\n<div class=\"wp-block-kadence-spacer aligncenter kt-block-spacer-_6805c5-28\"><div class=\"kt-block-spacer kt-block-spacer-halign-center\"><hr class=\"kt-divider\"\/><\/div><\/div>\n\n\n\n<p>O&nbsp;\u00cdndice Nacional de Custo da Constru\u00e7\u00e3o &#8211; M (INCC-M), medido pela Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV-IBRE),&nbsp;sofreu uma leve alta de 0,04% em outubro, resultado inferior ao obtido no m\u00eas anterior, per\u00edodo no qual foi verificado eleva\u00e7\u00e3o de 0,10%. Em 12 meses, o indicador acumula crescimento de 10,06%. A taxa do \u00edndice relativo ao segmento de Materiais, Equipamentos e Servi\u00e7os passou de -0,06% em setembro para -0,21% em outubro. J\u00e1 o referente \u00e0 M\u00e3o de Obra variou 0,31% em outubro, ante 0,26% em setembro.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A categoria Materiais e Equipamentos, que comp\u00f5em o INCC-M, intensificou seu movimento de queda e registrou -0,32% em outubro. Entre os grupos que contaram com os maiores recuos se destacam material met\u00e1lico (-3,06%), material de madeira (-0,66%) e produtos qu\u00edmicos (-0,18%). Em contrapartida, os principais aumentos ficaram por conta de material para pintura (0,82%), material \u00e0 base de minerais n\u00e3o met\u00e1licos (0,51%) e revestimentos, lou\u00e7as e pisos (0,49%).<\/p>\n\n\n\n<p>A queda nos pre\u00e7os dos produtos foi liderada em outubro pelos vergalh\u00f5es e arames de a\u00e7o ao carbono, com -3,71%, seguido por tubos e conex\u00f5es de ferro e a\u00e7o, -1,85%, e compensados, -1,26%.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Confian\u00e7a<\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar do recuo registrado no \u00cdndice de Confian\u00e7a da Constru\u00e7\u00e3o (ICST)&nbsp;de 0,8 ponto em outubro, o indicador permanece acima do n\u00edvel neutro com 100,9 pontos. Para Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Constru\u00e7\u00e3o do FGV IBRE, a queda na confian\u00e7a em outubro teve como fundamento uma corre\u00e7\u00e3o das expectativas. No entanto, os n\u00fameros obtidos seguem em patamar considerado ainda otimista em rela\u00e7\u00e3o aos neg\u00f3cios para os pr\u00f3ximos meses. \u201cO indicador que mede a evolu\u00e7\u00e3o recente das atividades se mant\u00e9m acima da neutralidade desde junho do ano passado, refletindo o maior aquecimento do setor, que tem se traduzido na gera\u00e7\u00e3o de novos empregos pelas empresas\u201d, ressalta.<\/p>\n\n\n\n<p>O \u00cdndice de Confian\u00e7a do Consumidor (ICC)\u00a0tamb\u00e9m sofreu uma queda em outubro de 0,4 ponto e atingiu os 88,6 pontos. Segundo Viviane Seda Bittencourt, coordenadora de Sondagens da FGV IBRE, o desempenho do indicador apresenta uma mudan\u00e7a de comportamento observado at\u00e9 o momento: com melhora das avalia\u00e7\u00f5es sobre o momento atual influenciada pelos consumidores de menor poder aquisitivo e uma revis\u00e3o das expectativas para os pr\u00f3ximos meses dos consumidores com maior poder aquisitivo. \u201c\u00c9 poss\u00edvel que esse resultado esteja sendo influenciado pelo efeito das transfer\u00eancias de renda, redu\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o pelo terceiro m\u00eas consecutivo e crescimento dos postos de trabalho. Apesar do resultado mais favor\u00e1vel para as classes de renda mais baixa, o endividamento das fam\u00edlias e as taxas de juros mais elevadas limitam uma recupera\u00e7\u00e3o mais robusta\u201d, finaliza.<\/p>\n\n\n<style>.wp-block-kadence-spacer.kt-block-spacer-_b09be3-4b .kt-block-spacer{height:60px;}.wp-block-kadence-spacer.kt-block-spacer-_b09be3-4b .kt-divider{border-top-width:1px;height:1px;border-top-color:#eee;width:80%;border-top-style:solid;}<\/style>\n<div class=\"wp-block-kadence-spacer aligncenter kt-block-spacer-_b09be3-4b\"><div class=\"kt-block-spacer kt-block-spacer-halign-center\"><hr class=\"kt-divider\"\/><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O&nbsp;\u00cdndice Nacional de Custo da Constru\u00e7\u00e3o &#8211; M (INCC-M), medido pela Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV-IBRE),&nbsp;sofreu uma leve alta de 0,04% em outubro, resultado inferior ao obtido no m\u00eas anterior, per\u00edodo no qual foi verificado eleva\u00e7\u00e3o de 0,10%. 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