{"id":17384,"date":"2026-10-08T14:41:58","date_gmt":"2026-10-08T17:41:58","guid":{"rendered":"https:\/\/sincomavi.org.br\/?p=17384"},"modified":"2026-10-08T14:41:59","modified_gmt":"2026-10-08T17:41:59","slug":"endividamento-e-inadimplencia-recuam-em-setembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sincomavi.org.br\/?p=17384","title":{"rendered":"Endividamento e inadimpl\u00eancia recuam em setembro"},"content":{"rendered":"\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n<div class=\"wp-block-post-date\"><time datetime=\"2026-10-08T17:39:22.249Z\">8 de outubro de 2026<\/time><\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A propor\u00e7\u00e3o de fam\u00edlias brasileiras com d\u00edvidas a vencer passou para 81,7% em setembro, na primeira queda do ano. O percentual de consumidores com parcelas atrasadas diminuiu 0,3 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o a agosto, atingindo 29,6%, o menor n\u00edvel desde mar\u00e7o. Os dados s\u00e3o da Pesquisa de Endividamento e Inadimpl\u00eancia do Consumidor (Peic), divulgada nesta quinta-feira (8\/10) pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo (CNC).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A parcela de consumidores sem compromissos financeiros, como cart\u00e3o de cr\u00e9dito, cheque especial, empr\u00e9stimos ou financiamentos, subiu para 18,1%. J\u00e1 o grupo que se considera \u201cmuito endividado\u201d apresentou ligeira redu\u00e7\u00e3o, para 17,3%. Segundo a CNC, essa avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 subjetiva e n\u00e3o caracteriza, necessariamente, uma situa\u00e7\u00e3o de superendividamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O percentual de fam\u00edlias que declaram n\u00e3o ter condi\u00e7\u00f5es de quitar suas contas vencidas permaneceu em 12,5%, interrompendo dois meses consecutivos de alta. Para Jos\u00e9 Roberto Tadros, presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, os resultados representam um al\u00edvio, mas a continuidade da melhora depende das condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas. \u201cA redu\u00e7\u00e3o do endividamento e da inadimpl\u00eancia d\u00e1 um pequeno respiro para as fam\u00edlias\u201d, afirma. \u201cNo entanto, a continuidade dessa trajet\u00f3ria exige medidas que favore\u00e7am o acesso ao cr\u00e9dito em condi\u00e7\u00f5es mais adequadas, com juros mais compat\u00edveis com a realidade das fam\u00edlias e das empresas.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Atrasos mais longos<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar da redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de consumidores com parcelas vencidas, o tempo m\u00e9dio de atraso aumentou pelo segundo m\u00eas consecutivo, chegando a 65,3 dias. \u00c9 o maior patamar desde novembro de 2024, quando o indicador estava em 65,5 dias. Os d\u00e9bitos vencidos h\u00e1 mais de 90 dias representam 48,9% do total de contas em atraso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A queda do endividamento foi sustentada pelas faixas de menor renda. Entre as fam\u00edlias que recebem at\u00e9 tr\u00eas sal\u00e1rios m\u00ednimos, o percentual passou de 85,1% em agosto para 84,6% em setembro. No grupo com rendimentos de tr\u00eas a cinco sal\u00e1rios m\u00ednimos, diminuiu de 83,7% para 83,3%. Entre os consumidores com renda de cinco a dez sal\u00e1rios m\u00ednimos, por\u00e9m, o indicador avan\u00e7ou de 77,2% para 77,9%. As parcelas atrasadas recuaram na maioria das faixas, mas tiveram ligeiro aumento entre as fam\u00edlias que recebem mais de dez sal\u00e1rios m\u00ednimos: de 14,9% para 15%.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A propor\u00e7\u00e3o de fam\u00edlias brasileiras com d\u00edvidas a vencer passou para 81,7% em setembro, na primeira queda do ano. O percentual de consumidores com parcelas atrasadas diminuiu 0,3 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o a agosto, atingindo 29,6%, o menor n\u00edvel desde mar\u00e7o. 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