{"id":15030,"date":"2025-12-04T10:19:26","date_gmt":"2025-12-04T13:19:26","guid":{"rendered":"https:\/\/sincomavi.org.br\/?p=15030"},"modified":"2025-12-04T10:19:27","modified_gmt":"2025-12-04T13:19:27","slug":"geracao-z-impoe-novos-desafios-de-gestao-e-tecnologia-nas-empresas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sincomavi.org.br\/?p=15030","title":{"rendered":"Gera\u00e7\u00e3o Z imp\u00f5e novos desafios de gest\u00e3o e tecnologia nas empresas"},"content":{"rendered":"\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n<div class=\"wp-block-post-date\"><time datetime=\"2025-12-04T10:19:26-03:00\">4 de dezembro de 2025<\/time><\/div>\n\n\n<p>A integra\u00e7\u00e3o dos jovens ao mercado de trabalho sempre foi um desafio para as empresas independentemente da \u00e9poca. No entanto, a presen\u00e7a crescente da Gera\u00e7\u00e3o Z tem trazido  um novo cen\u00e1rio de adapta\u00e7\u00e3o para os gestores. Proje\u00e7\u00f5es indicam que esse grupo dever\u00e1 representar 27% da for\u00e7a de trabalho global at\u00e9 o final do ano. Mesmo considerados nativos digitais, parte desses jovens enfrenta inseguran\u00e7a na utiliza\u00e7\u00e3o de ferramentas profissionais, fen\u00f4meno conhecido como <em>tech shame<\/em>. Segundo levantamento da HP, um em cada cinco jovens de 18 a 29 anos sente-se julgado quando encontra dificuldades t\u00e9cnicas, enquanto entre profissionais acima de 40 anos o \u00edndice cai para um em cada 25.<\/p>\n\n\n\n<p>A situa\u00e7\u00e3o se soma a um ambiente de ansiedade e receio quanto ao futuro. Dados do estudo \u201cGen Z e o Futuro\u201d, elaborado pela Subversiva com apoio da Leapy, mostram que 62% dos jovens brasileiros t\u00eam medo do amanh\u00e3 e 78% relatam ansiedade como sentimento predominante. A fundadora da Subversiva, Maira Blasi, destaca que compreender esse comportamento \u00e9 essencial. \u201cIgnorar as ansiedades deste grupo \u00e9 arriscar a desconex\u00e3o e a perda de talentos\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>O desafio tamb\u00e9m envolve perman\u00eancia e engajamento. Informa\u00e7\u00f5es da Deloitte apontam que 94% dos jovens valorizam prop\u00f3sito no trabalho e 46% j\u00e1 deixaram um emprego por falta de alinhamento com seus valores. Para Lucas Bianchini, s\u00f3cio-diretor da Conex\u00e3o Talento, treinamentos podem reduzir barreiras geracionais e estimular o aprendizado conjunto. \u201cO RH precisa atuar como mediador entre valores e formas de trabalho distintas\u201d, observa.<\/p>\n\n\n\n<p>O cen\u00e1rio exige que empresas revisem pr\u00e1ticas internas, desde comunica\u00e7\u00e3o at\u00e9 programas de desenvolvimento. Estudos indicam que 51,6% das organiza\u00e7\u00f5es relatam dificuldades em lidar com diferen\u00e7as entre gera\u00e7\u00f5es. A recomenda\u00e7\u00e3o de especialistas \u00e9 ampliar espa\u00e7os de di\u00e1logo, fomentar trocas entre equipes e garantir suporte t\u00e9cnico aos colaboradores que iniciam a carreira, especialmente em setores que demandam contato direto com sistemas e atendimento ao p\u00fablico \u2014 como o varejo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para empresas que buscam atrair e reter jovens talentos, a\u00e7\u00f5es simples podem contribuir: capacita\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, canais de escuta, comunica\u00e7\u00e3o mais clara e abertura para participa\u00e7\u00e3o ativa nas decis\u00f5es. Maira ressalta que \u201ca escuta ativa e o di\u00e1logo intergeracional surgem como ferramentas essenciais para transformar o futuro do trabalho\u201d.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A integra\u00e7\u00e3o dos jovens ao mercado de trabalho sempre foi um desafio para as empresas independentemente da \u00e9poca. 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