{"id":14571,"date":"2025-09-29T14:08:00","date_gmt":"2025-09-29T17:08:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sincomavi.org.br\/?p=14571"},"modified":"2025-09-26T11:16:29","modified_gmt":"2025-09-26T14:16:29","slug":"sobrevivencia-no-varejo-exige-dados-e-inovacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sincomavi.org.br\/?p=14571","title":{"rendered":"Sobreviv\u00eancia no varejo exige dados e inova\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-default\"\/>\n\n\n<div class=\"wp-block-post-date\"><time datetime=\"2025-09-29T14:08:00-03:00\">29 de setembro de 2025<\/time><\/div>\n\n\n<p>A mortalidade empresarial no Brasil segue em patamar elevado: seis em cada dez empresas fecham em at\u00e9 cinco anos. Mas, segundo pesquisa da SME The New Economy, 70% delas n\u00e3o encerraram as atividades por falta de dinheiro, e sim por falta de inova\u00e7\u00e3o. \u201cNa Nova Economia, quem n\u00e3o inova desaparece. N\u00e3o importa o tamanho, a marca ou a hist\u00f3ria. O consumidor muda r\u00e1pido e exige que as empresas acompanhem essa transforma\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Theo Braga, CEO da SME The New Economy.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse alerta n\u00e3o se restringe ao ambiente digital ou a grandes corpora\u00e7\u00f5es. No varejo f\u00edsico, avaliar o desempenho de uma loja apenas pelo volume de vendas \u00e9 uma armadilha que compromete resultados e relev\u00e2ncia. \u201cUma loja pode ter movimento intenso, mas se n\u00e3o consegue transformar esse tr\u00e1fego em vendas est\u00e1 desperdi\u00e7ando oportunidades e recursos\u201d, aponta Sidnei Raulino, fundador e CEO da Seed Digital, empresa especializada em intelig\u00eancia de mercado para gest\u00e3o do varejo f\u00edsico.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Sidnei, medir fluxo de visitantes, taxas de convers\u00e3o e padr\u00f5es de comportamento permite encontrar gargalos e otimizar processos. \u201cFluxo por si s\u00f3 n\u00e3o paga as contas. O diferencial est\u00e1 no aproveitamento\u201d, explica. Para ele, compreender os motivos pelos quais clientes entram e saem sem comprar \u00e9 mais eficiente do que investir apenas em campanhas de atra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo da SME The New Economy refor\u00e7a essa l\u00f3gica ao listar dez passos para sobreviv\u00eancia na Nova Economia, entre eles: colocar o cliente no centro das decis\u00f5es, diversificar modelos de receita, usar dados para embasar ajustes r\u00e1pidos e criar experi\u00eancias al\u00e9m do produto. Exemplos citados incluem iniciativas como o Z\u00e9 Delivery, da Ambev, que ampliou canais de consumo, e os ambientes de imers\u00e3o criados por Cacau Show e Bauducco, que transformaram o ato de comprar em experi\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Ambos os especialistas destacam que inova\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de tecnologia de ponta, mas de mentalidade e m\u00e9todo. Isso envolve cultura organizacional aberta a testes, precifica\u00e7\u00e3o inteligente, personaliza\u00e7\u00e3o de ofertas e revis\u00e3o constante de processos. \u201cQuem n\u00e3o usa dados age por instinto. Quem usa, age com precis\u00e3o\u201d, resume Sidnei.<\/p>\n\n\n\n<p>A mensagem \u00e9 clara: sobreviver no varejo \u2014 f\u00edsico ou digital \u2014 exige ir al\u00e9m do caixa imediato. \u201cO empres\u00e1rio brasileiro precisa entender que inovar n\u00e3o \u00e9 luxo, \u00e9 sobreviv\u00eancia&#8221;, adverte Theo, da da SME The New Economy. E complementa: &#8220;A Nova Economia cobra relev\u00e2ncia todos os dias, e quem n\u00e3o acompanha o ritmo fica para tr\u00e1s\u201d.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-default\"\/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A mortalidade empresarial no Brasil segue em patamar elevado: seis em cada dez empresas fecham em at\u00e9 cinco anos. 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