{"id":12852,"date":"2024-11-26T15:45:05","date_gmt":"2024-11-26T18:45:05","guid":{"rendered":"https:\/\/sincomavi.org.br\/?p=12852"},"modified":"2024-11-26T15:47:03","modified_gmt":"2024-11-26T18:47:03","slug":"incc-m-registra-variacao-de-044-em-novembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sincomavi.org.br\/?p=12852","title":{"rendered":"INCC-M registra varia\u00e7\u00e3o de 0,44% em novembro"},"content":{"rendered":"\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-default\"\/>\n\n\n<div class=\"wp-block-post-date\"><time datetime=\"2024-11-26T15:45:05-03:00\">26 de novembro de 2024<\/time><\/div>\n\n\n<p>A alta de 0,44% do \u00cdndice Nacional de Custo da Constru\u00e7\u00e3o \u2013 M (INCC-M), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV IBRE), em novembro, ficou abaixo da verificada no m\u00eas anterior (0,67%). Apesar desse resultado favor\u00e1vel, o indicador apresenta ainda tend\u00eancia de aumento nos custos do setor de constru\u00e7\u00e3o. A taxa acumulada em 12 meses chegou a 6,08%, o que demonstra avan\u00e7o em compara\u00e7\u00e3o com novembro de 2023, per\u00edodo no qual ficou em 3,33%.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O grupo Materiais, Equipamentos e Servi\u00e7os sofreu uma eleva\u00e7\u00e3o de&nbsp; 0,37% em novembro &#8211; patamar inferior ao registrado em outubro (0,72%). O mesmo fen\u00f4meno ocorreu com o componente de M\u00e3o de Obra que caiu de 0,60% em outubro para 0,54% em novembro.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Somente a categoria Materiais e Equipamentos, que faz parte do grupo mencionado no par\u00e1grafo acima, teve uma varia\u00e7\u00e3o positiva de 0,40%, com materiais para instala\u00e7\u00e3o subindo 0,66%, para estrutura, 0,42% e para acabamento, 0,16%. Entre os produtos, os principais aumentos foram registrados em condutores el\u00e9tricos (2,09%) e vergalh\u00f5es e arames de a\u00e7o ao carbono (1,12%). As quedas ficaram por conta de placas cer\u00e2micas para revestimento (-0,64%), massa corrida para parede &#8211; PVA (-0,62%), impermeabilizante (-0,49%) e tela alambrado\/gradil met\u00e1lico (0,48%).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Baixa na confian\u00e7a<\/h2>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o \u00cdndice de Confian\u00e7a da Constru\u00e7\u00e3o (ICST) apresentou uma queda de 1,5 ponto em novembro e atingiu 95,7 pontos. Tal desempenho se mostra bastante negativo, uma vez que \u00e9 o pior n\u00edvel alcan\u00e7ado pelo indicador desde abril deste ano (95,2 pontos).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Constru\u00e7\u00e3o do FGV IBRE, comenta que, em novembro, a cautela sucumbiu ao pessimismo: \u201ca confian\u00e7a setorial desceu um degrau distanciando-se do patamar que denota percep\u00e7\u00e3o otimista, seja em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 situa\u00e7\u00e3o corrente ou aos pr\u00f3ximos meses\u201d. Ela lembra ainda que esse movimento n\u00e3o representa enfraquecimento da atividade, que ainda segue forte refletindo o ciclo de neg\u00f3cios recentes \u2013 o indicador de Evolu\u00e7\u00e3o Recente da Atividade tem se sustentado acima dos 100 pontos h\u00e1 cinco meses. \u201cPor tr\u00e1s da avalia\u00e7\u00e3o mais negativa do momento atual, est\u00e3o as dificuldades com a falta de m\u00e3o de obra qualificada e a consequente eleva\u00e7\u00e3o dos custos, que est\u00e3o afetando cada vez mais empresas. Mas a perspectiva de um cen\u00e1rio mais dif\u00edcil nos pr\u00f3ximos meses j\u00e1 reflete na piora das expectativas,\u201d finaliza.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-default\"\/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A alta de 0,44% do \u00cdndice Nacional de Custo da Constru\u00e7\u00e3o \u2013 M (INCC-M), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV IBRE), em novembro, ficou abaixo da verificada no m\u00eas anterior (0,67%). Apesar desse resultado favor\u00e1vel, o indicador apresenta ainda tend\u00eancia de aumento nos custos do setor de constru\u00e7\u00e3o. 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