{"id":11632,"date":"2024-04-25T14:42:58","date_gmt":"2024-04-25T17:42:58","guid":{"rendered":"https:\/\/sincomavi.org.br\/?p=11632"},"modified":"2024-04-25T14:42:59","modified_gmt":"2024-04-25T17:42:59","slug":"incc-m-registra-elevacao-de-041-nos-custos-da-construcao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sincomavi.org.br\/?p=11632","title":{"rendered":"INCC-M registra eleva\u00e7\u00e3o de 0,41% nos custos da constru\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-default\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:64px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-post-date\"><time datetime=\"2024-04-25T14:42:58-03:00\">25 de abril de 2024<\/time><\/div>\n\n\n<p>A principal influ\u00eancia para o aumento de 0,41% em abril no \u00cdndice Nacional de Custo da Constru\u00e7\u00e3o &#8211; M (INCC-M) foi a categoria \u201cM\u00e3o de Obra\u201d, que contou com alta de 0,74% no per\u00edodo. Enquanto isso, o componente \u201cMateriais, Equipamentos e Servi\u00e7os\u201d teve um crescimento de 0,18%, abaixo do valor registrado em mar\u00e7o (0,25%).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Materiais e Equipamentos sofreram um avan\u00e7o de 0,17% em abril. As maiores varia\u00e7\u00f5es positivas foram verificadas nos materiais para instala\u00e7\u00e3o (0,63%) e materiais para estrutura (0,11%). Em rela\u00e7\u00e3o aos produtos, houve aumento nos pre\u00e7os dos condutores el\u00e9tricos (3,61%) e blocos de concreto (0,82%). O estudo do FGV IBRE destaca ainda as quedas nos gastos com a aquisi\u00e7\u00e3o de ladrilhos e placas para piso (-1,42%), cimento portland comum (-1,18%), tela de prote\u00e7\u00e3o para fachada (-0,74%), placas cer\u00e2micas para revestimento (-0,46%) e vergalh\u00f5es e arames de a\u00e7o ao carbono (-0,20%).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Confian\u00e7a da constru\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>O FGV IBRE divulgou ainda o \u00cdndice de Confian\u00e7a da Constru\u00e7\u00e3o (ICST) que sofreu uma queda de 1,4 ponto em abril, a segunda seguida, alcan\u00e7ado os 95,2 pontos. Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Constru\u00e7\u00e3o do FGV IBRE, explica que nos \u00faltimos meses houve a influ\u00eancia negativa de diferentes for\u00e7as que acabaram por influenciar a evolu\u00e7\u00e3o da confian\u00e7a setorial. \u201cEm abril, a principal contribui\u00e7\u00e3o veio da corre\u00e7\u00e3o de expectativas, com maior influ\u00eancia do segmento de Edifica\u00e7\u00f5es, devolvendo praticamente toda a melhora observada no ano e retomando o patamar de dezembro\u201d, ressalta. Al\u00e9m disso, ela observa que o\u00a0 resultado obtido se mostra de acordo com as not\u00edcias sobre o setor, que mostram crescimento da atividade (emprego) e dos neg\u00f3cios no mercado imobili\u00e1rio residencial. \u201cNo entanto, nota-se que a redu\u00e7\u00e3o se deveu, especialmente, a um deslocamento de assinala\u00e7\u00f5es de crescimento para estabilidade. O percentual de empresas que espera crescimento da demanda nos pr\u00f3ximos meses (29,8%) se mant\u00e9m muito acima dos que anteveem uma queda (7,1%)\u201d. Segundo ela, as perspectivas mais conservadoras para a evolu\u00e7\u00e3o da taxa de juros, assim como as dificuldades fiscais do governo provavelmente contribu\u00edram para diminuir o otimismo, sem, no entanto, reverter as proje\u00e7\u00f5es de crescimento em 2024.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-default\"\/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A principal influ\u00eancia para o aumento de 0,41% em abril no \u00cdndice Nacional de Custo da Constru\u00e7\u00e3o &#8211; M (INCC-M) foi a categoria \u201cM\u00e3o de Obra\u201d, que contou com alta de 0,74% no per\u00edodo. 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