{"id":11251,"date":"2024-02-26T12:12:31","date_gmt":"2024-02-26T15:12:31","guid":{"rendered":"https:\/\/sincomavi.org.br\/?p=11251"},"modified":"2024-02-26T12:12:33","modified_gmt":"2024-02-26T15:12:33","slug":"elevacao-de-02-no-incc-m-em-fevereiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sincomavi.org.br\/?p=11251","title":{"rendered":"Eleva\u00e7\u00e3o de 0,2% no INCC-M em fevereiro"},"content":{"rendered":"\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-default\"\/>\n\n\n<div class=\"wp-block-post-date\"><time datetime=\"2024-02-26T12:12:31-03:00\">26 de fevereiro de 2024<\/time><\/div>\n\n\n<p>O \u00cdndice Nacional de Custo da Constru\u00e7\u00e3o \u2013 M (INCC-M) contou com uma alta de 0,20% em fevereiro. Esse resultado ficou abaixo do registrado no m\u00eas anterior: 0,23%. Em seu relat\u00f3rio, o Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV IBRE), respons\u00e1vel pelo indicador, destaca que esse movimento sinaliza uma tend\u00eancia de estabiliza\u00e7\u00e3o nos custos da constru\u00e7\u00e3o no curto prazo. Nos \u00faltimos 12 meses, o INCC-M acumula um aumento de 3,23%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A categoria que mais contribuiu para o desempenho do indicador em fevereiro foi \u201cmateriais, equipamentos e servi\u00e7os\u201d, com 0,23% de eleva\u00e7\u00e3o. J\u00e1 os custos com \u201cm\u00e3o de obra\u201d tiveram uma alta de 0,16%.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a \u201cmateriais e equipamentos\u201d, as principais varia\u00e7\u00f5es positivas foram material para instala\u00e7\u00e3o, com 0,42%, material para acabamento, 0,22%, e material para estrutura, com 0,12%.<\/p>\n\n\n\n<p>Os produtos que lideraram a alta verificada no per\u00edodo s\u00e3o os seguintes: blocos de concreto (1,18%), condutores el\u00e9tricos (2,31%), cimento portland comum (0,86%) e esquadrias de alum\u00ednio (0,83%). Por sua vez, bloco cer\u00e2mico (-0,88%), vergalh\u00f5es e arames de a\u00e7o ao carbono (-0,62%), massa de concreto (-0,34%) e placas cer\u00e2micas para revestimento (-0,18%) sofreram recuo em seus pre\u00e7os, segundo o levantamento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Confian\u00e7a<\/h2>\n\n\n\n<p>O FGV IBRE divulgou tamb\u00e9m o \u00cdndice de Confian\u00e7a da Constru\u00e7\u00e3o (ICST). Em fevereiro, foi verificado um aumento de 1,8 ponto, o que fez o indicador chegar aos 97,6 pontos &#8211; maior n\u00edvel desde outubro de 2022 (99,4 pontos). Na m\u00e9dia m\u00f3vel trimestral, o \u00edndice avan\u00e7ou 0,5 ponto.<\/p>\n\n\n\n<p>Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Constru\u00e7\u00e3o do FGV IBRE, comenta que a confian\u00e7a setorial cresceu alavancada pela percep\u00e7\u00e3o mais favor\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao ambiente de neg\u00f3cios corrente e dos pr\u00f3ximos meses. \u201cO \u00cdndice de Situa\u00e7\u00e3o Atual engatou dois meses seguidos de alta, mas ainda permanece no campo de pessimismo moderado, sob influ\u00eancia da avalia\u00e7\u00e3o negativa das empresas de obras de instala\u00e7\u00f5es e obras de acabamento\u201d, ressalta. E complementa: \u201cEsses segmentos, que ficam na fase final do processo produtivo, refletiram desde os \u00faltimos meses de 2023, o fim de muitas obras no mercado imobili\u00e1rio. Por outro lado, como houve melhora nos indicadores de demanda prevista e de tend\u00eancia dos neg\u00f3cios de forma disseminada, novas obras dever\u00e3o se iniciar, fortalecendo o ciclo de neg\u00f3cios novamente nos pr\u00f3ximos meses\u201d.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-default\"\/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00cdndice Nacional de Custo da Constru\u00e7\u00e3o \u2013 M (INCC-M) contou com uma alta de 0,20% em fevereiro. Esse resultado ficou abaixo do registrado no m\u00eas anterior: 0,23%. 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