{"id":10965,"date":"2023-11-28T10:50:45","date_gmt":"2023-11-28T13:50:45","guid":{"rendered":"https:\/\/sincomavi.org.br\/?p=10965"},"modified":"2023-11-28T10:50:45","modified_gmt":"2023-11-28T13:50:45","slug":"pequena-variacao-no-incc-m-em-novembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sincomavi.org.br\/?p=10965","title":{"rendered":"Pequena varia\u00e7\u00e3o no INCC-M em novembro"},"content":{"rendered":"\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-default\"\/>\n\n\n<div class=\"wp-block-post-date\"><time datetime=\"2023-11-28T10:50:45-03:00\">28 de novembro de 2023<\/time><\/div>\n\n\n<p>O \u00cdndice Nacional de Custo da Constru\u00e7\u00e3o \u2013 M (INCC-M), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV IBRE), contou com uma eleva\u00e7\u00e3o de 0,10% em novembro. Com esse resultado, o indicador acumula alta de 3,05% no ano e, nos \u00faltimos doze meses, de 3,33%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto a categoria M\u00e3o de Obras, que comp\u00f5e o INCC-M, sofreu um aumento de 0,42% no per\u00edodo, \u201cMateriais, Equipamentos e Servi\u00e7os\u201d variou 0,14%. \u00c9 preciso, no entanto, ressaltar que a taxa referente a \u201cMateriais e Equipamentos\u201d contou com uma retra\u00e7\u00e3o de -0,17% em novembro, sendo que a contribui\u00e7\u00e3o relativa a \u201cServi\u00e7os\u201d cresceu em 0,39%.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentro da segmenta\u00e7\u00e3o \u201cMateriais e Equipamentos\u201d ocorreram as seguintes varia\u00e7\u00f5es: material para estrutura (- 0,04%), material para instala\u00e7\u00e3o (- 1,24%) e material para acabamento (0,03%).<\/p>\n\n\n\n<p>Os produtos que sofreram aumento de pre\u00e7os em novembro foram bloco de concreto, com 1,41%, e elevadores, 0,90%. J\u00e1 eletrodutos de PVC (-4,80%), tubos e conex\u00f5es de PVC (-4,06%), esquadrias de ferro (-1,30%), vergalh\u00f5es e arames em a\u00e7o ao carbono (-1,14%) e cimento portland comum (-0,30%) lideraram as quedas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Confian\u00e7a<\/h2>\n\n\n\n<p>O<strong> <\/strong>\u00cdndice de Confian\u00e7a da Constru\u00e7\u00e3o (ICST)<strong> <\/strong>do FGV IBRE teve uma varia\u00e7\u00e3o de -0,1 ponto, alcan\u00e7ando os 96,2 pontos. Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Constru\u00e7\u00e3o do FGV IBRE, acredita que o indicador se acomodou em um patamar de pessimismo moderado. \u201cNo entanto, a relativa estabilidade do m\u00eas resultou de movimentos distintos intersetorialmente\u201d, avalia. Isso porque houve uma melhora de humor em rela\u00e7\u00e3o ao momento corrente no setor de infraestrutura. \u201c Vale destacar o segmento de obras vi\u00e1rias, que chega ao final do ano confirmando o aquecimento da atividade\u201d. Por outro lado, entre as empresas do segmento de Edifica\u00e7\u00f5es, a confian\u00e7a se deteriorou pelo terceiro m\u00eas consecutivo. \u201cDesde janeiro, as expectativas ficaram menos pessimistas com o lan\u00e7amento do novo MCMV, mas o ambiente de neg\u00f3cios n\u00e3o evoluiu como esperado. A demanda insuficiente voltou a crescer entre os fatores que representam limita\u00e7\u00e3o aos neg\u00f3cios, revelando um descompasso entre as expectativas e o momento atual&#8221;, finaliza.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-default\"\/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00cdndice Nacional de Custo da Constru\u00e7\u00e3o \u2013 M (INCC-M), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV IBRE), contou com uma eleva\u00e7\u00e3o de 0,10% em novembro. 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