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Faturamento

ANÁLISE CONJUNTURAL DO FATURAMENTO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO
REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO (RMSP)

  • SÃO PAULO (CAPITAL)
As lojas de materiais de construção da capital paulista possuíram faturamento bruto corrente de R$1,037 bilhão em agosto. Tal cifra representa um crescimento de 12,4%, já descontada inflação, em relação ao registrado no mesmo mês do ano anterior. O varejo de materiais de construção possuiu o segundo maior crescimento interanual das atividades, ficando atrás apenas das lojas de autopeças e acessórios (+22%). O varejo total paulistano registrou em agosto aumento de 3,3%. 

Ainda assim, tanto o total do comércio varejista de São Paulo - SP, quanto especificamente as lojas de materiais de construção, amargam redução da receita bruta corrente de vendas no acumulado de 2016, de janeiro a agosto, e também no acumulado dos últimos 12 meses, de setembro/15 a agosto de 2016. Em números gerais do varejo a queda é, respectivamente, de 1,1% e 3,3%, enquanto especificamente aos materiais de construção, a queda é de 6,9% e 12%.

  • OSASCO
As lojas de materiais de construção da região de Osasco possuíram faturamento bruto corrente de R$164,3 milhões em agosto. Tal cifra representa um crescimento de 15,1%, já descontada inflação, em relação ao registrado no mesmo mês do ano anterior. O varejo de materiais de construção possuiu o segundo maior crescimento interanual das atividades, ficando atrás apenas das farmácias e perfumarias (+22,1%). O total do varejo da cidade registrou em agosto redução de 7,3%. 

Embora o total do comércio varejista de Osasco registre uma redução da receita bruta corrente de vendas no acumulado de 2016 de 12,2%, as lojas de materiais de construção especificamente, registram crescimento de 11,1%. No caso do saldo acumulado dos últimos 12 meses, de setembro/15 a agosto de 2016, em números gerais do varejo a queda é de 14,7%, enquanto especificamente aos materiais de construção, a queda é de 4,4%. 

  • GUARULHOS
Em agosto, o faturamento bruto corrente das lojas de materiais de construção da região de Guarulhos foi de R$402,1 milhões. Tal cifra representa um decréscimo de 0,6%, já descontada inflação, em relação ao registrado no mesmo mês do ano anterior. O varejo total da DRT registrou em agosto redução de 1,2%. 

Tanto o total do comércio varejista de Guarulhos, quanto especificamente as lojas de materiais de construção, apresentam redução da receita bruta corrente de vendas no acumulado de 2016, de janeiro a agosto, e também no acumulado dos últimos 12 meses, de setembro/15 a agosto de 2016. Em números gerais a queda é, respectivamente, de 1,1% e 3,5%, enquanto especificamente aos materiais de construção, a queda é de 9,4% e 13,7%. 

  • ABCD
As lojas de materiais de construção do ABCD paulista possuíram faturamento bruto corrente de R$202,8 milhões em agosto. Tal cifra representa um crescimento de 1,8%, já descontada inflação, em relação ao registrado no mesmo mês do ano anterior. O total do varejo da cidade registrou em agosto crescimento de 1,7%. 

O total do comércio varejista do ABCD e o comércio de materiais de construção registraram uma redução de 1,5% e 2,2%, respectivamente, da receita bruta corrente de vendas no acumulado de 2016. No caso do saldo acumulado dos últimos 12 meses, de setembro/15 a agosto de 2016, em números gerais a queda é de 5,3%, enquanto especificamente aos materiais de construção, a queda é de 8,1%.

  • CONCLUSÃO
A análise do faturamento recente do comércio varejista por região indicou que embora as receitas do setor de materiais de construção no mês de agosto sejam superiores em relação ao ano anterior na Capital e na região do ABCD, as variações do acumulado em 2016 e em doze meses das quatro regiões são bastante negativas. Esses resultados recessivos implicam que o setor varejista foi muito impactado pela redução da demanda. A análise individual do setor varejista de materiais de construção mostra que das quatro regiões analisadas, apenas em Guarulhos o setor teve redução do faturamento no mês de agosto na comparação com o mesmo período do ano anterior. Isso indica que o setor de materiais de construção está na margem se recuperando da redução constante das vendas que se iniciaram no segundo semestre de 2015. Obviamente precisaremos de mais desempenhos com esta tendência para que possamos caracterizar um cenário consolidado, principalmente devido a uma base fraca de comparação, que foram os últimos seis meses de 2015.